Evento na capital
federal reúne mais de 4 mil prefeitos de todo o Brasil
O Prefeito de São Manuel,
Marcos Monti, participou nesta terça-feira, 10 de maio, da cerimônia de
abertura da XIX Marcha a Brasília em Defesa dos
Municípios. Ele representou o Estado de São Paulo e os demais
estados da região sudeste do País. Em suas considerações iniciais, ele fez uma
observação ao plenário cheio, afirmando que a grande presença das
autoridades federais, estaduais e municipais na ocasião deve-se ao trabalho
correto em defesa das causas municipais realizado pela Confederação Nacional de
Municípios (CNM), na figura presidente da entidade, Paulo Ziulkoski.
Falando em nome do estado de
São Paulo (SP) e de toda a região Sudeste, Marcos Monti explicou que a difícil
situação instalada no País por conta da instabilidade nos cenários político e
econômico não é diferente em sua região. “As pessoas acreditam que quem está no
estado de São Paulo atravessa a crise de forma mais fácil. Isso não é verdade.
Se nós temos uma crise financeira e econômica instalada, talvez São Paulo sinta
ainda mais por conta da concentração de indústrias no estado”, explicou.
Marcos Monti disse estar
acompanhando de perto os desdobramentos da crise e que o Brasil já sofre com
três anos de economia recessiva. “Isso judia muito e por isso estamos aqui na Marcha.
No meu Município, São Manuel (SP), nos três primeiros meses de 2016, comparados
ao mesmo período do ano passado, tivemos menos 10% nominal de arrecadação. Se
considerarmos a inflação, passa de 20%. Temos sofrido na carne tudo o que essa
situação econômica adversa nos impôs”, relata.
Para o representante da região
Sudeste esse é um momento de unidade municipalista, com o objetivo de que todo
esse cenário crítico seja revertido. “A crise economica gera desemprego e menos
dinheiro em caixa das prefeituras, do estado e da União. E se temos desemprego,
aquele que tinha um filho em escola particular, acaba trocando pelo ensino
público, ou aquele que tinha convênio médico particular, também acaba
dependendo da saúde pública. Como se não bastasse ainda temos a espada da Lei
de Responsabilidade Fiscal em nossas cabeças”, disse.
No final de sua explanação,
Marcos Monti disse acreditar em mudanças no Governo Federal e ratificou sua
satisfação em ver o plenário cheio e a união do movimento municipalista.
Fonte: Confederação Nacional dos Municípios

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